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Com 165 projetos inscritos, 3º Ambiente de Mercado começa com painel sobre coprodução entre Brasil e Portugal

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro deu início, nesta segunda-feira (25), ao 3º Ambiente de Mercado, um espaço para criadores, especialistas, realizadores e players do mercado se reunirem para trocar experiências, negociar projetos e fomentar as produções cinematográficas nacionais. Até quarta-feira (27.11), o Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) recebe a programação.

No total, 165 projetos foram inscritos no Ambiente de Mercado. Nas rodadas de negócios, foram 160 inscrições de profissionais em busca de reuniões exclusivas com produtores independentes e importantes players do mercado brasileiro e internacional. Desses, 101 foram selecionados.

Os pitchings, que são apresentações orais para uma banca de especialistas e para o público em geral, tiveram 47 interessados, dos quais 10 acabaram escolhidos.

Nas clínicas, 75 inscritos apresentaram seus projetos em busca de consultoria one to one para apoio na qualificação. Doze foram selecionados.

A abertura do Ambiente de Mercado, nesta segunda-feira, teve a presença da subsecretária de Cultura e Economia Criativa do DF, Érica Lewis, um dos curadores desta edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Marcus Ligocki, e a gestora de projetos de Economia Criativa do Sebrae, Juliana Mota.

Em seguida, o painel “Coprodução Internacional – Uma conversa entre Portugal e Brasil” recebeu a diretora de produção da Rádio e Televisão de Portugal (RTP), Alice Milheiro, e o músico, diretor e roteirista André Luiz Oliveira, diretor de filmes como Mito e música- A mensagem de Fernando Pessoa e O outro lado da memória (ambos de 2018), Zirig Dum Brasília (2014), Sagrado Segredo (2011) e Cozinheiro do Tempo (2009).

Em atividade mediada pela coordenadora do Ambiente de Mercado do Festival, Micaela Neiva, a diretora do RPT contou um pouco sobre o mercado audiovisual português e afirmou que uma parceria luso-brasileira é fundamental para o mercado de cinema lusitano.

“Lá em Portugal, na maioria das vezes, o que chega do Brasil são filmes com coprodução brasileira. Nós temos uma certa dificuldade em onde levar as

produções e parcerias portuguesas. Acredito que um bom caminho são as associações de produções e realizadores. Acho interessante um incentivo de mercado entre os dois países, sobretudo no que se refere a séries de ficção”, reforçou Alice Milheiro.

O Ambiente

Com a adesão de mais de 30 relevantes players brasileiros e internacionais, entre eles Amazon, Fox e Globo Filmes, a 3ª edição do Ambiente de Mercado consolida Brasília como importante polo audiovisual no país. Trata-se de uma oportunidade para realizadores encontrarem alguns dos maiores compradores de conteúdos, por meio de rodadas de negócios, clínicas, workshops, aulas abertas e pitchings, além de conhecerem a atuação desses players no mercado e experiências negociais bem-sucedidas.

Nesta edição, em parceria com o Sebrae, estão previstas atividades como: clínicas de marketing audiovisual, de roteiro e de comercialização para o mercado internacional; os estudos de caso, lançamento no Brasil do filme Rafiki e o projeto transmídia Na Terra dos Ekitumans; treinamento para pitchings; conversas com players e rodadas de negócios, além de aulas abertas.

A programação completa das atividades do Ambiente de Mercado está disponível aqui: http://www.festivaldebrasilia.com.br/ambientedemercado

Para informações sobre os filmes da Mostra Competitiva e demais mostras paralelas, acesse: http://www.festivaldebrasilia.com.br/programacao


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