Juri – Mostra competitiva

Curtas

Keila Serruya

É produtora, cineasta e artista visual, diretora de Nessa cidade todo mundo já bebeu na bica e Assim, que circularam em festivais nacionais e internacionais e foram exibidos na TV paga. Como artista visual, traz a linguagem cinematográfica para espaços de exposição. Diretora de produção em séries, curtas, espetáculos, intervenções, festivais e mostras. Atualmente faz parte do grupo Picolé da Massa e é gestora do espaço DaVárzea das Artes.

Cleber Eduardo

Jornalista, cineasta, crítico de cinema e curador. Escreveu para as revistas eletrônicas Contracampo e Cinética. Como curador, assinou seleções de longas e curtas-metragens em edições da Mostra de Cinema de Tiradentes e da Mostra de Cinema de Ouro Preto.

Dea Ferraz

É realizadora e atua na área do audiovisual há mais de 15 anos. Em sua trajetória, assinou curtas, médias e longas-metragens, entre eles Alumia (2009), Sete corações (2014), Câmara de espelhos (2016) e Modo de produção (2017). Teve filmes exibidos em festivais importantes do circuito nacional como Festival de Brasília, Janela Internacional de Cinema do Recife, Panorama – Coisa de Cinema (BA), ForumDoc (BH), Olhar de Cinema de Curitiba; e recebeu prêmios em festivais como Santiago Alvarez (Cuba); Contra el Silencio todas las Voces (México) e DOCSDF (México). É sócia-diretora da Parêa Filmes e integrante do MAPE – Movimento Mulheres no Audiovisual PE.

Breno Nina

Escreveu e dirigiu, junto com Elias Guerra, o curta A menor distância entre dois pontos, eleito Melhor Curta da Mostra Brasília Digital do 43º Festival de Brasília do

Cinema Brasileiro. Escreveu e dirigiu em 2016 o curta Bodas de papel, selecionado para a Mostra Competitiva do 49º Festival de Brasília. Em 2017, escreveu e dirigiu o curta Alcibíades, selecionado para a Mostra Competitiva da 26ª edição do Festival de Biarritz (França), onde estreia internacionalmente em setembro de 2017. Ganhou o prêmio de melhor ator no 43º Festival de Gramado e no 18º Festival Internacional de Punta Del Este pelo filme O último cine drive-in, de Iberê Carvalho.

Anita Rocha da Silveira

É roteirista, editora e diretora de três curtas-metragens: O vampiro do meio-dia (2008), Handebol (2010, prêmio FIPRESCI no International Short Film Festival Oberhausen) e Os mortos-vivos (2012, Quinzena dos Realizadores – Festival de Cannes). Seu primeiro longa, Mate-me por favor (2015), estreou na Mostra Orizzonti do Festival de Cinema de Veneza e ganhou os prêmios de melhor atriz e melhor direção no Festival do Rio e melhor filme no Festival Internacional de Cine de Cali.

Longas

Angela Prysthon

É professora titular da UFPE. Fez estágio sênior pós-doutoral no Departamento de Cinema da University of Southampton, Inglaterra. Tem doutorado em Teoria Crítica pela University of Nottingham, Inglaterra, e mestrado em Teoria Literária pela UFPE. É autora de Cosmopolitismos periféricos (2002) e Utopias da frivolidade (2014), entre outros títulos. Seus escritos sobre cinema, mídia e literatura apareceram em inúmeros livros e periódicos, incluindo Culture of the cities (2010), Visualidades hoje (2013), Devires, La Furia Umana e Contracampo.

Marcélia Cartaxo

Atriz e diretora, iniciou a carreira no teatro ainda adolescente. Seu primeiro papel no cinema foi como protagonista em A hora da estrela, de Suzana Amaral, cuja interpretação lhe rendeu o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim, em 1985. Passou pela TV em novelas da Rede Globo, como Mico preto, Porto dos Milagres e Velho Chico. Participou de curtas e de longas-metragens, como Batismo de sangue, de Helvécio Ratton, e Madame Satã, de Karin Aïnouz. Em 2016, dirigiu o curta Redemunho, bastante elogiado nos festivais onde foi exibido.

Lauro Escorel

Um dos mais renomados fotógrafos do cinema brasileiro, responsável pela fotografia de clássicos como São Bernardo, de Leon Hirszman. Foi assistente dos dois melhores profissionais da fotografia formados pelo Cinema Novo, Dib Lutfi e Affonso Beato. Também fotografou produções americanas, como Ironweed e Brincando nos Campos do Senhor, ambos de Hector Babenco. Dirigiu os curtas Libertários (1976) e Improvável encontro (2016).

Joel Zito Araújo

Conhecido por tematizar o negro na sociedade brasileira, sua obra inclui o livro e o documentário A negação do Brasil; melhor filme brasileiro do Festival É Tudo Verdade 2001; o longa ficcional As filhas do vento (2004), ganhador do Festival de Tiradentes e de oito Kikitos no Festival de Gramado; os documentários Cinderelas, lobos e um príncipe encantado (2009) e Raça (2013).

Idê Lacreta

Montadora, trabalhou em filmes como Cabaret mineiro e Noites do sertão, de Carlos Prates Correia; A hora da estrela e Hotel Atlântico, de Suzana Amaral; Um céu de estrelas, Antônia e Hoje, de Tata Amaral; O prisioneiro da grade de ferro e Rio corrente, de Paulo Sacramento; Glauces – Estudo de um rosto, 500 almas (melhor montagem no Festival de Brasília 2004) e Olho nu, de Joel Pizzini; À queima roupa, de Theresa Jessouroun, entre outros.

Luciana Tomasi

Cineasta, produtora e jornalista. Produziu vários filmes de sucesso, entre eles os longas Meu tio matou um cara (2004), Saneamento básico, o filme (2007), Antes que o mundo acabe (2008) e os curtas Ilha das flores (1989), O corpo de Flávia (1989), Memória (1989), Amor nos anos 90 (1989). Seus filmes somam mais de 250 prêmios no Brasil e no exterior. É diretora da Prana Filmes e do Cine Santander Cultural, em Porto Alegre.

André Luiz Oliveira

Estreou no cinema em 1969, aos 21 anos, com o filme Meteorango Kid, o herói intergalático. Em 1974 realizou A lenda de Ubirajara e, em 1994, Louco por cinema, vencedor do 27º Festival de Brasília. Em 2012, realizou Sagrado segredo e, em 2015, Zirig Dum Brasília – A arte e o sonho de Renato Matos. Nos intervalos entre os filmes de longa-metragem dedicou-se à música, escreveu roteiros, projetos, texto para teatro, série para TV, publicou livro e realizou inúmeros vídeos documentários de curta e média-metragem.

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