Júri da Mostra Competitiva - Longa

Dácia Ibiapina

Professora de audiovisual na Universidade de Brasília – UnB e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação na mesma instituição. Diretora e roteirista dos filmes Palestina do Norte: o Araguaia passa por aqui (1998), O chiclete e a rosa (2001), Vladimir Carvalho: conterrâneo velho de guerra (2004),CinemaEngenho (2007), Entorno da beleza (2012), O gigante nunca dorme (2013) e Ressurgentes: um filme de ação direta (2014) e Carneiro de Ouro (2017) – premiado com Troféu Candango de Melhor Curta pelo Júri Popular no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2017; Troféu Câmera Legislativa de Melhor Direção de Curtas na Mostra Brasília 2017, pelo júri oficial; Prêmio Conterrâneos pela Fundação Cinememória de Melhor Documentário 2017, dentre outros prêmios e menções honrosas). Autora, com Flávia Rocha, do livro Cinema brasileiro e coprodução internacional. Organiza com Érika Bauer o Festival Universitário de Cinema de Brasília - FestUni.


Hernani Héffner

Conservador-chefe da Cinemateca do MAM, professor da PUC-Rio e AIC-Rio e ator nas horas vagas. É formado em Comunicação Social, habilitação Cinema, pela UFF. Foi Curador da Mostra de Cinema de Ouro Preto – Temática Preservação – e do festival Cine Música, e de ciclos temáticos apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil e Caixa Cultural. Trabalhou como pesquisador e restaurador na Cinédia Estúdios.


Humberto Carrão

Atuou nos filmes Aquarius, de Kleber Mendonça Filho; O animal cordial, de Gabriela Amaral Almeida; Paraíso perdido, de Monique Gardenberg; Aurora, de José Eduardo Belmonte; e Marighella, de Wagner Moura, e fez também trabalhos em televisão e teatro. É apresentador e um dos criadores do programa Pausa pro café, do Canal Brasil, sobre curtas-metragens universitários, no ar há três temporadas. Dirigiu os curtas-metragens À festa. À guerra e Regeneração e está atualmente escrevendo com Ana Maria Gonçalves o roteiro do seu primeiro longa-metragem.


Ismail Xavier

Crítico de cinema, Professor Emérito da Escola de Comunicações e Artes da USP e pesquisador do CNPq. Foi presidente do Conselho da Cinemateca Brasileira entre 2011 e 2017. Publicou, entre outros, os livros: O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência (1977, 7ª ed. 2017); Sertão mar: Glauber Rocha e a Estética da Fome (1983, 2ª ed. 2007); Alegorias do subdesenvolvimento: Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal (1993, 2ª ed. 2012); O cinema brasileiro moderno(2001, 3ª ed. 2006); O olhar e a cena: melodrama, Hollywood, Cinema Novo, Nelson Rodrigues (2003).


Itála Nandi

Nasceu em Caxias-RS. Tem diversos prêmios como atriz de teatro e televisão, estreou como roteirista, produtora e diretora com os documentários em longa-metragem In vino veritas (1980), Índia, o caminho dos deuses (1990) e, na literatura, com a autobiográfica Teatro Oficina – Onde a arte não dormia (1994); traduziu do italiano o livro Educação em valores humanos - Uma viagem do eu ao nós, de Antonio Craxi. É Doutora em Artes Cênicas. Aos 60 anos de profissão, foi admitida na Ordem do Mérito Cultural – OMC (2011), recebendo o título de Comendadora. Em 2014 inaugurou o Espaço Nandi – Curso de Formação de Atores (escola técnica) no Rio de Janeiro e lançou seu primeiro romance, O sonho de Vesta.


Sabrina Fidalgo

Premiada realizadora carioca. Foi eleita recentemente em 8º lugar pela publicação norte-americana Bustle como uma das 36 diretoras de todo o mundo que estão mudando paradigmas em seus respectivos países. Estudou na Escola de TV e Cinema de Munique, na Alemanha, e fez especialização em roteiro na Universidad de Córdoba, na Espanha. Realizou os curtas Sonar 2006 – Special report (2006), Das gesetz des staerkeren (2007), Black Berlim (2009), Cinema mudo (2012) e Personal vivator (2014) e o documentário de media-metragem Rio encantado (2014), além de uma série de videoclipes. Em 2016 foi diretora-convidada do edital Usina Criativa de Cinema, promovido pelo Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais e pelo Grupo Energisa e realizou seu trabalho mais recente, o média-metragem Rainha (2016). O filme ganhou oito prêmios, entre eles, o troféu de melhor filme pelo júri popular do 26º Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema. Foi uma das cinco diretoras contempladas do edital F.A.M.A 2018 – Fundo AVON para Mulheres no Audiovisual e com isso finalizará seu primeiro longa-metragem.


Sylvio Back

Cineasta, poeta, roteirista e escritor. Filho de imigrantes húngaro e alemã, é autor de 38 filmes – curtas, médias e 12 longas-metragens, como Lance maior, Aleluia, Gretchen, República Guarani, Rádio Auriverde, Yndio do Brasil, Cruz e Sousa – O poeta do desterro, Lost Zweig e O universo Graciliano. Tem publicados 24 livros (poesia, roteiros, contos e ensaios). Fundador e presidente da DBCA – Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual, associação de gestão coletiva pela defesa de direitos autorais no Brasil e no exterior. Com 76 prêmios, Sylvio Back é um dos cineastas brasileiros mais laureados do país.