Espaço de lançamentos

Candango: Memórias do Festival, vol. 1

Lino Meireles

Editora Metrópoles, 2017, 400 páginas

O livro é resultado de entrevistas com 71 personalidades do cinema nacional em busca das suas histórias vividas durante o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o mais longevo do país. Trata-se de um quebra-cabeça cronológico constituído com as frases e memórias de gente que participou desde sua primeira edição, em 1965, até a mais recente, em 2016.

Nascido em Brasília, em 1982, Lino Meireles é formado em Cinema. Escolheu roteiro e direção como suas áreas de dedicação, e já realizou 5 curtas-metragens de roteiro próprio. No momento está montando o longa-metragem “Candango: Memórias do Festival”, documentário sobre o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Fotografia Getuliana: a imagética germânica na construção no olhar fotográfico nos tempos do Estado Novo.

Miguel Freire

Kotter Editorial, 2016, 320 páginas

O presente trabalho diz respeito ao papel das imagens na composição da retórica do poder, isto é, na construção de suas narrativas e, por extensão, diz respeito também ao papel da arte na sociedade. Miguel Freire, através de fina leitura das imagens, dirige a atenção para a produção foto-cinematográfica brasileira do período do Estado Novo..

Miguel Freire é fotógrafo e cineasta, Mestre e Doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense. Professor Decano do Instituto de Arte e Comunicação Social – IACS /UFF. Pesquisador de imagens foto-cinematográficas.

Afetos, Relações e Encontros com Filmes Brasileiros Contemporâneos

Denilson Lopes

Editora Hucitec, 2017, 202 páginas

O livro procura preencher uma lacuna na bibliografia de estudos sobre o cinema brasileiro após o chamado Cinema da Retomada. De meados dos anos 2000 em diante, uma grande parte da produção se voltou para um formato independente. Buscando entender essa mudança, o livro focaliza os trabalhos de jovens realizadores que chegaram entre 2009 e 2016 aos seus primeiros longas- metragens.

Denilson Lopes é professor associado da Escola de Comunicação da UFRJ, autor de No Coração do Mundo: Paisagens Transculturais (2012), A Delicadeza: Estética, Experiência e Paisagens (2007), O  Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios  (2002), Nós os Mortos: Melancolia e Neo-Barroco (1999).

Cinema Brasileiro e Coprodução Internacional

Flávia Rocha e Dácia Ibiapina

Appris Editora, 2016, 193 páginas

O livro serve de referência para estudantes e professores de cinema e audiovisual, cineastas e agentes culturais. O fio condutor é a compreensão da política pública de apoio à coprodução cinematográfica internacional em seu cruzamento com a preocupação de inserir o cinema “brasileiro” no mercado “global”.

Flávia Rocha é e especialista em telejornalismo. Dirigiu documentários e ganhou  prêmios de fotografia e telejornalismo. Como pesquisadora, na linha de Políticas de Comunicação e de Cultura, trabalha com temas como políticas de apoio à coprodução cinematográfica no Brasil, em Portugal e na Argentina. Dácia Ibiapina é professora de audiovisual e pesquisadora da Universidade de Brasília. Como cineasta, produziu e dirigiu Palestina do Norte: o Araguaia passa por aqui (1998), O chiclete e a rosa (2001), Vladimir Carvalho: conterrâneo velho de guerra (2005), O gigante nunca dorme (2013), e Ressurgentes: um filme de ação direta (2014).

As paixões na narrativa: a construção do roteiro de cinema

Hermes Leal

Perspectiva, 2017, 133 páginas

Uma nova teoria para o roteiro, baseada na Semiótica das Paixões, sobre a narrativa do “sentir”, em contraponto às teorias da “ação”. Como se formam os estados emocionais, como medo, ódio, amor? O que gera a cólera? O que acontece aos sentidos de um personagem quando é dominado pelo ciúme? Como um desejo de vingança nasce de uma frustração? E como o que um dia foi amor, no outro é ódio e rancor?

Hermes Leal é tocantinense, jornalista pela UFG, Mestre em Cinema pela ECA/USP e doutor em Semiótica pela FFLC/USP. Tem cinco livros publicados, incluindo dois romances e o best-seller “O Enigma do Coronel Fawcett”. É diretor de TV e documentarista, autor de seriados e documentários, como “Guerra do Araguaia”. E criador e editor da Revista de Cinema.

Bernardet 80 – Impacto e Influência no Cinema Brasileiro

Ivonete Pinto e Orlando Margarido (organização)

Paco Editorial, 2017, 228 páginas

Com este livro, a Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) homenageia Jean-Claude Bernardet em seus 80 anos, reunindo artigos de profissionais de diferentes áreas do cinema. A produção do professor, pensador, crítico, roteirista, diretor e ator é analisada por 16 autores, entre cineastas, pesquisadores e críticos.

Ivonete Pinto é jornalista, doutora em Cinema pela ECA-USP, sócia-fundadora e vice-presidente da Abraccine entre 2011-2015 e autora dos livros “A mediocridade”, “Descobrindo o Irã” e “Samovar nos Trópicos”. Orlando Margarido é crítico de cinema, trabalhou nos jornais Diário do Grande ABC, Gazeta Mercantil e revistas Veja São Paulo e  Carta Capital. É vice-presidente da Abraccine. Escreveu “Ser Ator – Antonio Petrin” (Aplauso/Imprensa Oficial) e colaborou com “Manoel de Oliveira” (CosacNaify/Mostra).

O cinema como refúgio da escrita: roteiro e paisagens em Peter Handke e Wim Wenders

Pablo Gonçalo

Annablume, 2016, 325 páginas

Ao longo da pesquisa, são apresentadas obras cinematográficas assinadas por Bertolt Brecht, F. S. Fitzgerald, Alain Robbe-Grillet, Peter Weiss, Pasolini, Marguerite Duras, Pérec e Samuel Beckett. O cerne do percurso analisa a escrita de Peter Handke, seus filmes, peças e sua colaboração como roteirista de três longas de Wim Wenders.

Pablo Gonçalo é crítico de cinema professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). Tem doutorado pela UFRJ, com passagem pela Universidade Livre de Berlim. Atualmente pesquisa a história do roteiro no audiovisual brasileiro.

Cinema Japonês: filmes, historias, diretores

Joao Lanari Bo

Editora Giostri, 2016, 232 páginas

O cinema foi uma das alavancas da reinvenção do Japão. Kurosawa, Mizoguchi, Ozu e tantos outros são destacados agentes do Japão moderno, (re)inventores que devolvem ao mundo a singularidade e a elegância desse formidável patrimônio visual.

João Lanari Bo é diplomata, crítico de cinema e professor. Desde 1982, é professor do departamento de Audiovisual da FAC/UnB. Lecionou História do Cinema, Argumento & Roteiro, Cinema e Literatura, Cinema Brasileiro, Cinema Japonês.

Cinema e TV em Goiás – Catálogo da produção audiovisual em Goiás 2017

2017, 94 páginas

Resultado de uma parceria entre a Associação das Produtoras Independentes de Cinema e TV de Goiás, a GoFilmes, e a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes, “Cinema e TV em Goiás” é um catálogo da produção audiovisual recente no estado. A publicação mostra que Goiás tem se consolidado como um polo audiovisual importante.

Brazilla

Raimundo Lima Neto (organização)

2016, 84 páginas

A revista reúne roteiros escritos por cineastas brasilienses para jovens quadrinistas da cidade, responsáveis por transportar as histórias para o mundo das HQs. São cinco roteiros originais que falam de temas como o amor e o terror além, é claro, da ficção científica. Os textos são de Marcus Ligocki, Rene Sampaio, Bruna Spínola, Cibele Amaral, Johil Carvalho, Fred Braga, Santiago Dellape e Davi Mattos. Os quadrinhos foram ilustrados por Frederico Escorsin, Zelito Rodrigues, Morgana Boeschenstein, Zakuro Ayoama e Flávia Lima.

DVD

DVD Sob o signo da poesia

Direção: Neto Borges

Olho Filmes, 2013, 70 min

O filme rima música à chuva e à seca do Cerrado e as cores do céu tiram os sentidos pra dançar.​​ Sob o signo da Poesia também traz participações especiais como Zeca Baleiro e Reynaldo Jardim. Nicolas Behr, TT Catalão, Maria Maia e Renato Matos contam a história de movimentos culturais pela ocupação dos espaços públicos, como o Concerto Cabeças.​​

Neto Borges é formado em História pela Universidade Federal do Maranhão com mestrado e doutorado em Cinema antropológico e documentário pela Univesidade Nanterre la Défense em Paris. É realizador de filmes etnográficos e documentários, filmes institucionais e educativos.

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