50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro oferece programação de atividades formativas

Evento gratuito contrará com master classes, painéis, conversas livres, debates e oficinas com nomes consagrados do cinema nacional e associações da indústria audiovisual

 

As atividades formativas vão movimentar a programação do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com mais de 30 ações que reiteram o compromisso do evento com a formação da cadeia produtiva do cinema nacional. O público terá acesso a atividades interativas que abordarão temas sobre produção audiovisual, processos criativos e a história do FBCB. Compõem a agenda das ações formativas do Festival de Brasília: Painéis setoriais, Master Classes, Conversas livres, Debates e Oficinas. Com exceção das oficinas, as inscrições estão abertas até o dia das atividades, são gratuitas e podem ser realizadas através do site do FBCB.

 

As Master Classes contarão com cineastas brasileiras da importância de Anna Muylaert e Laís Bodanzky, além da produtora Vânia Catani. Anna Muylaert abrirá as Master Classes no dia 17 de setembro. A cineasta, premiada com sete Candangos em 2009 com o filme “É proibido Fumar”, irá comentar sua filmografia e os temas que a impulsionam em uma das mais prestigiadas carreiras do cinema nacional atual.

 

No dia 23 de setembro, Laís Bodanzky vai expor seus processos criativos e compartilhar suas inspirações e intenções com a construção cinematográfica. Bodanzky ganhou o Troféu Candango com os longas “Bicho de Sete Cabeças”, em 2001, e “Chega de Saudade”, em 2008. Ainda no dia 23, Vânia Catani, fundadora da Bananeira Filmes, conversará sobre os desafios e paixões que envolvem a realização de um longa-metragem. Catani é uma das mais inquietas produtoras executivas do cinema brasileiro. Aposta nas coproduções latino-americanas e dedica especial empenho a projetos que têm ampla aceitação de público e crítica.

 

Por meio de encontros propostos por associações representativas da cadeia produtiva do audiovisual, os Painéis Setoriais abordarão temas relevantes para a produção audiovisual contemporânea, tal como o papel dos festivais de cinema no contexto atual. Estes têm como objetivo fomentar o diálogo com o Congresso Brasileiro de Cinema – CBC, a União dos Cineclubes do Distrito Federal, a Associação Brasileira de Preservação Audiovisual – ABPA e a Elviras – 1º coletivo de mulheres críticas de cinema do país.

 

As Conversas Livres irão permear desde a história do Festival de Brasília do alto de sua 50ª edição, até temas centrais para a cadeia do audiovisual, tais como os desafios de realização do primeiro longa-metragem e as interferências de contextos políticos nas narrativas cinematográficas. Assim como em 2016, será debatida também a curadoria do 50º Festival de Brasília.

 

Já os Debates irão reunir público e diretores, equipes e elencos dos filmes apresentados na Mostra Competitiva do 50º FBCB, sempre um dia após sua exibição. Os mediadores serão: Luiz Joaquim, coordenador do Curso de Cinema e Audiovisual da Aeso: Faculdades Integradas Barros Melo (Olinda); Marcelo Miranda, jornalista e crítico de cinema em Belo Horizonte; e Maria do Rosário, integrante da Revista de Cinema.

 

Entre as oficinas previstas, os interessados poderão participar das seguintes aulas: LAB Intensivo de Séries de TV, com AlekseiAbib – no Guará; Direção de Arte, com Monica Palazzo – em Taguatinga; Infortúnios e virtudes do roteiro, com Hilton Lacerda – na Ceilândia; Compondo trilhas sonoras, com Mateus Alves – no Gama; A Criança no Set, com Fernanda Rocha – no IESB; e Interpretação para Cinema, com Amanda Gabriel – na UnB. Neste ano, o Festival também conta com projeto Cinema Voador, com sessões de entrada franca na Estrutural, Paranoá, Recanto das Emas, Fercal e São Sebastião.

 

 

Confira mais informações sobre as Atividades Formativas do 50º FBCB:

 

PAINÉIS SETORIAIS

 

A PRODUÇÃO AUDIOVISUAL CONTEMPORÂNEA E SUAS (POSSÍVEIS) ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO

Promovida pela Associação Brasileira de Preservação Audiovisual – ABPA, o encontro visa debater, a partir de diferentes elos da cadeia produtiva, possíveis soluções para a preservação da volumosa produção audiovisual contemporânea realizada em formatos digitais, tanto no âmbito das produtoras quanto em relação à produção independente.

LOCAL: Auditório 02 – Museu Nacional

DATA: 19 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

A CRÍTICA DE CINEMA E OS DESAFIOS DOS NOVOS FORMATOS NO UNIVERSO DIGITAL

O debate reunirá críticos de cinema para tratar de temas que atualizam a atividade da crítica jornalística em meio a um cenário que muda a cada dia. Se os sites e blogs enfrentaram dificuldades no início da internet, hoje o exercício da crítica aventura-se em meios que até pouco tempo eram lugar do entretenimento, como os canais de YouTube. A mesa abordará também a crítica sobre séries dos serviços de streaming e como as entidades que reúnem os críticos posicionam-se frente aos novos desafios.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 19 de setembro

HORÁRIO: 14h às 16h

 

ALFORRIA PARA O AUDIOVISUAL BRASILEIRO

Sob o mote, “Alforria para o audiovisual brasileiro”, e monitorado pela entidade de direitos autorais, DBCA – Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual, o painél reúne criadores, gestores e advogados da América Latina e do Brasil para debater a atualidade da Lei do Direito Autoral.

LOCAL: Auditório 02 – Museu Nacional

DATA: 20 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

OS FESTIVAIS COMO AGENTES ECONÔMICOS E JANELAS PARA CIRCULAÇÃO, DIFUSÃO E FORMAÇÃO DE PÚBLICO

O papel dos Festivais de Cinema no contexto contemporâneo, sobretudo na busca pela sustentabilidade do circuito, sua atuação estratégica para a difusão de obras audiovisuais e formação de público, além do seu papel como agente econômico. O painel propõe também caminhos e ações para a afirmação dos festivais como janelas de valorização da pluralidade da produção audiovisual, considerando a diversidade do circuito de eventos audiovisuais. Painel proposto pelo Fórum dos Festivais.

LOCAL: Auditório 02 – Museu Nacional

DATA: 23 de setembro

HORÁRIO: 9h às 12h

 

REUNIÃO PREPARATÓRIA PARA O 9º CONGRESSO BRASILEIRO DE CINEMA – CBC

Diálogos do CBC com as classes cinematográfica e audiovisual brasileiras, com objetivo de debater as futuras tendências de tela e elaborar propostas e soluções para o segmento com o olhar e o pensamento voltados para os próximos dez anos.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 23 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

CINECLUBISMO E A RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA

Comemorando os cinco anos da União dos Cineclubes do Distrito Federal, o painel debate a importância da mobilização cineclubista nas comunidades, com recorte histórico sobre a resistência desde os tempos de ditadura militar até os dias atuais.

LOCAL: Auditório 02 – Museu Nacional

DATA: 23 de Setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

ELVIRAS: AS MULHERES E A REFLEXÃO SOBRE O AUDIOVISUAL

Criado em 2016 em homenagem a Elvira Gama – pioneira no Brasil a escrever sobre a imagem em movimento (1894), Elviras é o primeiro coletivo de mulheres críticas de cinema do país e visa um cenário mais promissor no Brasil ao olhar feminino no segmento majoritariamente composto por homens.

LOCAL: Auditório 02 – Museu Nacional

DATA: 18 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

CONVERSAS LIVRES

 

UM JOVEM DE 50 ANOS: A HISTÓRIA VIVA DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Um encontro para celebrar, rememorar e refletir o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em sua perspectiva histórica, a fim de trilhar os caminhos possíveis para o mais antigo e tradicional festival de cinema do país.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 16 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

CURADORIA ABERTA: O PROCESSO DE MONTAGEM DA PROGRAMAÇÃO DO 50º FESTIVAL DE BRASÍLIA

Com a participação dos membros das comissões de seleção da competição de longas e curtas e do diretor artístico do Festival, esse debate buscará discutir os processos de formação das mostras da 50ª edição do evento. Ao fazer isso, apresenta também um olhar mais amplo sobre a produção brasileira apresentada atualmente aos programadores.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 18 de setembro

HORÁRIO: 9h30 às 11h

 

CORPOS INDÓCEIS: UMA ÉTICA DA DIFERENÇA E DA NÃO CONFORMIDADE

Num momento em que as afirmações identitárias estão em disputa constante, como o cinema e a arte em geral podem construir retratos de personagens em constante movimento e em desacordo com os padrões limitadores de uma sociedade castradora e controladora.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 18 de setembro

HORÁRIO: 14h às 16h

 

TERRA EM TRANSE – O CINEMA REFLETE A HISTÓRIA QUE ACONTECE

De que maneiras o cinema consegue reagir à realidade sociopolítica enquanto ela acontece? A visão de diretores que filmaram em momentos emblemáticos da política brasileira, inspirada pelo clássico de Glauber Rocha, filmado em 1968.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 18 de setembro

HORÁRIO: 16h às 18h

 

DESAFIOS DO PRIMEIRO LONGA

No momento em que diretores e produtores do DF se engajam em seus primeiros projetos de longa-metragem, o FBCB reúne realizadores locais e de outros Estados para dialogar sobre as possibilidades do longa: do desenvolvimento à distribuição.

LOCAL: Auditório 2 – Museu Nacional

DATA: 21 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

 

OFICINAS

 

LAB INTENSIVO DE SÉRIES DE TV

LOCAL: Faculdade ICESP – Guará

DATA: 15 a 19 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

http://www.festivaldebrasilia.com.br/oficina-lab-intensivo-de-series-de-tv/

 

Inspirada nos moldes dos laboratórios realizados pelo Sundance Institute, da Universidade de Columbia (Estados Unidos) e da Fundación Carolina (Espanha), a oficina tem como objetivo o desenvolvimento de produtos com episódios seriados. A dinâmica envolve três frentes de ação: o trabalho individual de cada participante (extraclasse), a consultoria do palestrante para cada projeto e a colaboração criativa dos colegas em classe, segundo o modelo “writers room”. Nas aulas serão abordados diferentes modelos, formatos, temas e durações de séries, técnicas de decupagem, relações entre personagens, entre outros tópicos. Ao final, os autores terão um documento apto para apresentação em mercados como Rio Content, Editais do FSA, e canais de TV a cabo.

 

Aleksei Abib:

Roteirista, consultor de roteiro e diretor. Entre seus principais trabalhos estão os roteiros de A Via Láctea (46e. Semaine Internationale de la Critique, Festival de Cinema de Cannes), do documentário O último kwarup branco (menção honrosa no DOCSDF – Festival Internacional de Documentários da Cidade do México) e da novela Água na boca, da Band. Atualmente é um dos professores convidados das oficinas de roteiro da EICTV, Escuela Internacional de San Antonio de los Banos, em Havana, Cuba.

 

 

DIREÇÃO DE ARTE

LOCAL: Teatro da Praça – St. Central AE 5 – Taguatinga, Próximo à Estação Praça do Relógio

DATA: 15 a 19 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

www.festivaldebrasilia.com.br/oficina-direcao-de-arte

 

 A oficina visa aproximar os participantes do universo da direção de arte na produção audiovisual usando exemplos de trabalhos, observação e reflexão sobre o processo criativo, além do exercício prático. Os alunos criarão um projeto de direção de arte e caracterização a partir de músicas ou situações dramáticas sugeridas em aula.

 

Monica Palazzo

Diretora de arte de cinema e séries para TV, tem entre seus principais trabalhos os longas-metragens Para a minha amada morta (2015), Oração do amor selvagem (2015), Eu te levo (2016), O Diabo mora aqui (2015), Rio Cigano (2013), Cores (2012) e Sonhos de peixe (2006). Foi premiada no Festival de Brasília, Festival de Cinema da Fronteira, CinePE, Fest Cine Brasileiro de Miami, FAM, entre outros. Dirigiu os curtas Páginas de menina(2008) e Trilogia: 1718, 1972 e 2009 e o inédito Mãe do ouro (2009).

 

INFORTÚNIOS E VIRTUDES DO ROTEIRO – POSSÍVEIS PROCESSOS CRIATIVOS

LOCAL: Sesc Ceilândia

DATA: 20 a 24 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

www.festivaldebrasilia.com.br/oficina-infortunios-e-virtudes-do-roteiro-possiveis-processos-criativos

 

A oficina teórica é voltada para pessoas com alguma experiência no desenvolvimento de narrativas. Serão abordados diferentes aspectos do roteiro, como a narrativa elaborada para um outro olhar (roteirizar para outros), a escritura em causa própria (roteirizar para si) e a possível construção do roteiro documental (como e quando é possível uma estrutura). Em cinco blocos, de quatro horas cada, o roteirista/diretor propõe uma série de reflexões para, a partir delas, estabelecer vínculos criativos com os participantes da oficina, dando-lhes lastro para a construção de narrativas.

 

Hilton Lacerda

Hilton Lacerda é autor dos roteiros dos filmes Baile perfumado (1996), Amarelo manga (2002), Árido movie (2005),Baixio das bestas (2006), A Festa da Menina Morta (2008), FilmeFobia (2009), Estamos Juntos (2011) e Febre do rato (2011) e Big jato (2016). Dirigiu com Lírio Ferreira o documentário Cartola – Música para os olhos (2007) e assina a direção de Tatuagem (2013). Participou como roteirista e diretor de várias séries de TV de veiculação nacional, sendo, a mais recente, Fim do mundo (2016). Atualmente dedica-se à série Lama dos dias.

  

 

COMPONDO TRILHAS SONORAS

LOCAL: SESC Gama – Setor Leste Industrial, QI 1 Lotes 620, 640, 660 e 680

DATA: 15 a 19 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

http://www.festivaldebrasilia.com.br/oficina-compondo-trilhas-sonoras/

 

A partir da história da música para cinema, estrangeira e brasileira, a oficina pretende capacitar nesta atividade tanto músicos, amadores e profissionais, quanto interessados pela produção cinematográfica. Assuntos como direitos autorais e produção musical também serão abordados. Como exercício prático será proposto o desenvolvimento de uma trilha sonora para apresentação na última aula.

 

Mateus Alves

Mateus Alves é graduado em música pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE e mestre em composição pela Royal College of Music (Londres), onde também estudou Música para Cinema com o compositor britânico Howard Davidson. Atualmente, leciona no Departamento de Música da UFPE como professor substituto. Desde 2013 trabalha com trilhas sonoras para filmes pernambucanos, como Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, pela qual foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2017; e Brasil S/A, de Marcelo Pedroso, pela qual ganhou o Candango no 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2014).

 

 

 

INTERPRETAÇÃO PARA CINEMA

LOCAL: UnB – Departamento de Artes Cênicas

DATA: 15 a 19 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

http://www.festivaldebrasilia.com.br/oficina-interpretacao-para-cinema/

 

Atores, roteiristas e realizadores podem participar da oficina que propõe uma reflexão sobre a função do ator/atriz nos filmes e o conceito de personagem. A ideia é também estabelecer um diálogo artístico entre direção e elenco durante o processo de casting, pré-produção e filmagem.

 

Amanda Gabriel

Atua há mais de uma década como preparadora e produtora de elenco e trabalhou em filmes como Aquarius (2016), A cidade onde envelheço (2016), O delírio é a redenção dos aflitos (2016), Para minha amada morta (2015), O último cine drive-in (2014), Amor, plástico e barulho (2013), O som ao redor (2012), Eles voltam (2012) e Muro (2008).

 

 

A CRIANÇA NO SET

LOCAL: IESB (613 Sul)

DATA: 20 a 24 de setembro

HORÁRIO: 14h às 18h

www.festivaldebrasilia.com.br/oficina-a-crianca-no-set

 

O objetivo é analisar projetos audiovisuais que envolvam crianças no elenco, desde o casting até as filmagens, e pensar o set como um ambiente de transformação para as crianças. A oficina é direcionada para realizadores, preparadores de elenco e atores que queiram trabalhar na área.

 

Fernanda Rocha

Atriz, roteirista, diretora e preparadora de elenco, Fernanda Rocha foi premiada em festivais como o Rencontres Du Cinema Sud-Americain de Marseille (França), Festival de Gramado e Festival Internacional do Rio. É especializada em preparação de elenco infanto-juvenil, tendo executado a função em mais 25 filmes entre longas e curtas-metragens. Dirigiu a peça Os estonianos e o curta-metragem Doce de goiabada (menção honrosa no Festival de Cinema de Triunfo). Atuou em longas-metragens como Separações (2002), O fim e os meios (2014) e O último cine drive-in (2015).

 

 

MASTERCLASSES

 

O PROCESSO CRIATIVO DA CINEASTA LAÍS BODANZKY

Troféu candango de melhor direção em 2001 com Bicho de Sete Cabeças e melhor direção, melhor roteiro e melhor filme pelo crivo do Júri Popular em 2008 com o longa Chega de Saudade, Laís e seus filmes já proporcionaram ao Festival de Brasília alguns de seus momentos mais marcantes. Nessa 50ª edição do Festival, a diretora do recém-lançado Como Nossos Pais compartilhará com o público sua visão sobre cinema e suas inspirações e intenções com as construções cinematográficas.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA:  23 de setembro

HORÁRIO: 16h30 às 18h30

 

VÂNIA CATANI EM EBULIÇÃO

Fundadora da Bananeira Filmes, Vânia Catani é hoje uma das mais inquietas produtoras executivas do cinema brasileiro. Aposta nas coproduções latino-americanas e dedica especial empenho a projetos que transitam com ampla aceitação de público e crítica. Em sua masterclass, conversará sobre os desafios e paixões que envolvem a realização de um longametragem.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 23 de setembro

HORÁRIO: 14h às 16h

 

O CINEMA DE ANNA MUYLAERT

Seu filme É Proibido Fumar participou da mostra competitiva do 42º Festival de Brasília e saiu consagrado com nada menos que sete candangos, dentre os quais, melhor filme e melhor roteiro – assinado pela cineasta. Nesta 50ª edição do Festival, Anna Muylaert retorna a Brasília para comentar sua filmografia e os temas que a impulsionam em uma das mais prestigiadas carreiras do cinema nacional atualmente.

LOCAL: Hotel Meliá

DATA: 17 de setembro

HORÁRIO: 15h às 18h

 

Serviço

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – 50ª edição

Quando: 15 a 24 de setembro de 2017

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA


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